Análise digital ajuda a identificar ladrão

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A análise do Departamento de Polícia Técnica (DPT) sobre os fragmentos de impressões digitais deixados por um criminoso numa das lojas do prédio comercial, localizado na rua Barão de Cotegipe, na Calçada, e arrombado no dia 2 de abril, permitiu à Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) identificar Antônio Carlos Gomes dos Santos, o “Secão”, 35 anos, como o autor do roubo.

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Secão estava custodiado, desde 16 de abril, na Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur), depois de preso por tentativa de furto e por ter invadido o Memorial das Baianas, na Praça da Sé. Contumaz em delitos contra o patrimônio no Pelourinho, Campo Grande e na área da Estação da Lapa, ele foi indiciado em inquérito pelo roubo no prédio da Calçada, após interrogado, na tarde desta quinta-feira (9), pela delegada Francineide Moura, titular da DRFR.

Utilizando o Sistema Automatizado de Identificação por Impressão Digital (AFIS), os peritos obtiveram a identificação criminal de Secão, que subtraiu R$ 800 e vários celulares da loja arrombada, no início de abril. “A preservação do local do crime pela vitima foi primordial para chegarmos até ao autor”, salientou a delegada, que vai pedir à Justiça a prisão preventiva de Secão, que retornará ao xadrez da Deltur, no Pelourinho.

Respondendo a 11 inquéritos e a seis processos, o assaltante admitiu ter iniciado a atividade criminosa aos 14 anos. Lojas, restaurantes e até casas de câmbio estão entre os estabelecimentos comerciais roubados por ele. Quanto à destinação do dinheiro e dos celulares, subtraídos no dia 2 de abril, Secão declarou ter sido atacado por usuários de crack, ao sair do prédio, perdendo para o grupo tudo o que roubara.

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