Casal aplicava golpes em joalherias

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O casal de empresários Ediélson Queiroz Bahia, 32 anos, e Oziane Ferreira de Jesus, 21, além do marceneiro Michel Vinícius Costa Brito, 30, acusados de aplicar golpes em estabelecimentos comerciais e instituições financeiras de Salvador, foram apresentados à imprensa, nesta segunda-feira (13), pela titular da 7ª Delegacia Territorial (Rio Vermelho), delegada Jussara Souza.

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O trio foi flagrado, na última sexta-feira (10), por investigadores daquela unidade policial, dentro de uma agência do Banco do Brasil, no Rio Vermelho, tentando retirar um cartão de crédito confeccionado em nome de Ana Paula Cardoso, solicitado, alguns dias antes, pela própria Oziane. De acordo com as investigações, o grupo aplicou, na semana passada, golpes em duas joalherias e numa loja de móveis para escritórios, causando um prejuízo de R$ 15 mil.

Em poder dos estelionatários, os policiais apreenderam documentos falsos, cartões de crédito e bancários em nome de terceiros, um tablet com arquivos de contracheques falsos e um Fiat Strada, de cor vermelha, ainda sem placa, avaliado em R$ 62 mil. Na residência de Ediélson e Oziane, na Fazenda Grande II, em Cajazeiras, os policiais acharam joias e móveis para escritório. O casal é dono de uma loja de roupas femininas, localizada na Ladeira da Cruz da Redenção, em Brotas, e já foi preso pela Polícia Federal, por estelionato.

As imagens do circuito interno de câmeras de uma das joalherias ajudaram a polícia a identificar os criminosos, que usavam a estratégia de fazer duas compras com valores bem diferentes, com preços alto e baixo. Pagas com cartão de crédito, os golpistas, sem que o vendedor notasse, pegavam a máquina de pagamento e estornavam a compra de valor mais alto, levando todos os produtos adquiridos. ”Eles distraíam as vítimas, que não percebiam que a compras estavam sendo canceladas”, explica adelegada Jussara Souza, cuja equipe investiga agora a participação de outras pessoas no golpe.

Os três foram autuados em flagrante por estelionato, falsificação de documento público, falsidade ideológica e uso de equipamentos para falsificação. Enquanto Oziene será conduzida ao Presídio Feminino, na Mata Escura, Ediélson e Michel permanecerão custodiados na carceragem da 4ª DT/São Caetano, à disposição da Justiça.

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