Escondia em casa produtos roubados

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Trinta e quatro milheiros de cigarros da empresa Souza Cruz estão entre as diversas mercadorias apreendidas numa casa, na Prainha do Lobato, pertencente ao comerciante Leandro dos Santos Gomes, que também escondia no imóvel duas pistolas calibres 380 e ponto 40.  Dono de boxes comerciais na Feira de São Joaquim, Leandro foi preso em flagrante, na tarde de quinta-feira (9), por investigadores das delegacias territoriais da 3ª (Bonfim) e da 6ª (Brotas), em companhia do padrasto Jorge Luiz de Jesus Santos, morador do andar superior da casa, e do cunhado Jobson dos Santos.

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Os policiais também apreenderam no local 119 caixas com garrafas de cachaça, 92 garrafinhas da mesma bebida, 45 caixas de cigarros importados, dez caixas com produtos de beleza, oito caixas de cola, quatro pacotes grandes, contendo dezenas de pacotinhos de chicletes, três pacotes com saquinhos de suco em pó, além de grande quantidade de produtos de bomboniere. Leandro, autuado por posse ilegal de arma de uso restrito e receptação, e Jorge e Jobson, por prática de receptação, estão custodiados na carceragem da 5ª Delegacia Territorial (Periperi).

Segundo a delegada plantonista da 3ª DT, Maria Imperatriz Cardoso, que autuou o trio, o esquema de receptação foi descoberto, após o roubo da carga de cigarros da Souza Cruz, na quinta-feira, no bairro de Brotas, entregue a Leandro, na Prainha do Lobato. Agora os policiais buscam identificar e prender o ladrão da carga, já devolvida a um funcionário da Souza Cruz que esteve na delegacia, de posse da nota fiscal e acompanhado de um advogado.

As investigações indicam que boa parte dos produtos apreendidos na casas de Leandro e de Jorge Luiz foi receptada de um homem de prenome André. Leandro, que já responde a três processos por prática de receptação, é dono de dois depósitos na Prainha do Lobato e no centro da cidade. Na sua residência, havia ainda R$ 800, além de um Fiat Doblò e uma motocicleta.

Todos os produtos apreendidos, cujos proprietários apresentem nota fiscal na delegacia, serão devolvidos, depois de submetidos à perícia. Quanto às mercadorias comprovadamente falsificadas, a polícia aguardará determinação da Justiça para que sejam destruídas.

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