Após ameaça de greve, prefeito diz que lei proíbe pagamento de precatórios a professores

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O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, se posicionou nesta sexta-feira (25) sobre a ameaça de greve por parte dos professores da rede municipal, que exigem do governo municipal o pagamento de 60% dos precatórios do Fundef para a categoria.

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Em entrevista ao Acorda Cidade, Colbert Martins afirmou que o governo mantém sua linha de obediência à lei, que, segundo ele, proíbe o pagamento dos precatórios.

“O Tribunal de Contas da União (TCU), as decisões judiciais tomadas não permitem que o município faça nenhum tipo de negociação com pagamento de pessoal. Isso está na lei e eu vou cumprir a lei. Entendo que o professores devam ter também essa compreensão de seguir o que está exatamente na lei. Se houver qualquer ação diferente, quem vai ferir a lei não é a prefeitura, não é o prefeito de Feira de Santana”, afirmou.

De acordo com o prefeito, uma greve de professores nesse período de retorno das escolas irá prejudicar aproximadamente 49 mil alunos e suas famílias, e ressaltou que a prefeitura está com todos os pagamentos em dias em relação à categoria.

“Nós pagamos integralmente o salários dos professores, não tem um atraso se quer, pagamos tudo que era necessário ser feito, então não há nenhum prejuízo com os professores. Não houve nem haverá nenhum tipo de prejuízo. Agora haverá prejuízo para os pais e alunos, para as mães dos alunos. Não acredito que greve nenhuma dessa possa acontecer porque não é legal, não há atraso de pagamento e se acontecer algo, deve ser alguma coisa contra os alunos, contra os pais e mães de Feira de Santana”, declarou.

A APLB – Sindicato dos Professores realizará uma assembleia para deflagrar ou não o início da greve.

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