Fábrica de bebidas anuncia investimento de R$ 13 milhões na Bahia

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O setor de bebidas não alcoólicas da Bahia receberá, até dezembro, um investimento de US$ 4 milhões (cerca de R$ 13 milhões) com a implantação da terceira linha de produção da Indústria São Miguel (ISM) em Alagoinhas. O anúncio foi feito ontem pela diretora da empresa, Katty Añaños, em Santo Domingo, na República Dominicana.

“Hoje já temos duas linhas de produção funcionando e até o final de dezembro vamos fazer esse investimento. O objetivo é ter mais flexibilidade na produção e ampliar a distribuição de nossos produtos”, informou.

Com esse investimento, incluindo o que já foi gasto para implantação da unidade fabril na Bahia há três anos, a empresa totalizará um aporte de US$ 53 milhões no estado. A executiva da empresa de bebidas criada no Peru, em 1982, afirmou que, após três anos de operação na Bahia, a companhia já domina 10% da fatia de mercado de bebidas no estado.


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Em outros países, como na Republica Dominicana, a empresa detém a liderança, com 40% do mercado. “Com a terceira linha de produção, vamos aumentar a capacidade, dos atuais 25 milhões de litros/mês para 35 milhões até 2016”, falou, completando em seguida que a meta é aumentar em 10% a produção atual.

A ISM também lançou oficialmente ontem no mercado baiano a água mineral Lôa. O novo produto integra um portfólio que conta com o refrigerante ‘goob’, o energético EnerUp e o suco Yulo. A empresa conta hoje com 20 mil pontos de vendas na Bahia.

Ha três anos, eles eram 5 mil. “Somos uma empresa dinâmica e queremos apostar em novos mercados. Até 2016, 80% dos nossos investimentos estarão focados na instalação e geração de novos produtos. Até 2017, queremos lançar três produtos por ano por cada país que operamos”, destacou Hans Añaños, diretor de projetos da ISM.

Além do Brasil e da República Dominicana, a companhia atua no Peru e no Chile. A meta do grupo é expandir para o mercado asiático até 2020. Apesar da situação econômica do Brasil, a ISM informou que pretende ampliar a distribuição para outros estados brasileiros, como Sergipe, com três centros de distribuição da Bahia – Salvador, Feira de Santana e Alagoinhas.

“Mais do que afetar, vemos esse contexto de cada país como desafio. Na Bahia temos 15 milhões de habitantes e o objetivo é ampliar nossa presença nesse mercado até 2016. Em seguida, buscaremos outros estados como Alagoas”, disse Katty.

Para este ano, a empresa estima um faturamento de US$ 300 milhoes, cerca de 20% a mais do que em 2014. Para a Bahia, a empresa não informou o objetivo de faturamento.

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