Fortes ventos deixam rastros de destruição e prejuízos no setor do mármore, em Ourolândia

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Os fortes ventos que passaram pelo município de Ourolândia no último sábado, 05 de dezembro de 2015, deixaram rastros de destruição e muitos prejuízos materiais em pelo menos seis empresas do setor de beneficiamento de mármore da cidade.

Quem chega ao município pela BR 324 sentido Jacobina x Umburanas se depara com escombros dos telhados de zincos das empresas espalhados pelo pasto das fazendas ao redor da pista. Na empresa Bege Bahia o vento arrancou parte do telhado do galpão que abriga a produção de chapas da empresa.
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Na sequencia encontramos a empresa Polistone que trabalha na serragem de blocos de mármore que teve toda sua cobertura retorcida e jogada ao chão. O refeitório da empresa também teve sua cobertura de telhas cerâmicas participalmente danificado.

Outra empresa que teve grandes prejuízos foi a recém aberta Bege Moreira Polimentos que teve parte da estrutura do galpão retorcido pelo vento. Ao lado, a empresa Assis Polimarmore que atua no ramo de polimento teve seu galpão totalmente arrancado e arremessado por sobre o prédio onde abriga a área administrativa da empresa Bege Moreira.

O maior prejuízo registrado aparentemente foi o da empresa Art-Bege que pertence ao empresário capixaba Arthur Azevedo. O cenário é de inteira destruição e o prejuízo neste empreendimento pode ter sido de 80%, paralisando todas as sua atividades por tempo indeterminado.

A empresa JMC Mármores teve parte do muro e telhado destruídos. Apesar dos prejuízos materiais registrados nenhum trabalhador ficou ferido, sendo este um balanço positivo para a área de segurança do trabalho.

De acordo com os empresários até o momento nenhum representante do poder público se manifestou solidário a este que pode ser considerado o maior desastre ecológico do município. Os prejuizos ainda não foram calculados.

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