Grávida é esmagada pelo próprio carro após cabo de guincho da Transalvador partir

0

Um mulher está internada em estado grave, após ser esmagada pelo próprio veículo, na tarde de terça-feira (1º), na Rua Marquês de Caravalas, no bairro da Barra, em Salvador. O acidente aconteceu quando a vítima voltava para o veículo junto com a mãe e viu o carro sendo colocado sobre o guincho da Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador).

atropelada

De acordo com a mãe da vítima, identificada como Miriam, os agentes inforamaram que o tempo para deixar o veículo estacionado naquele local já havia ultrapassado. “Minha filha estava indo pegar umas roupas para revender. Ela disse que já retirarai o carro. Mas aí foram subindo o carro na prancha do guincho após pegarem a chave com ela. Eles não estavam fazendo o trabalho com seriedade”, contou Miriam, em conversa exclusiva com o apresentador Zé Eduardo, no Programa do Bocão da Rádio Sociedade, na manhã desta quarta-feira (2).

Ainda conforme a mãe da moça de 29 anos que está grávida, no momento em que o veículo subia no guincho o cabo que sustenta o equipamento se partiu. “Foi terrível. Ela ficou imprensada entre o carro e um ferro que tinha atrás. Pensei que as pernas dela tinham sido amputadas. Aí vi que o impacto foi sobre a barriga. Ela teve o baço e o fígado perfurados”, contou Miriam, que logo chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhou a filha para o Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Espanhol.
A  Transalvador informou através da assessoria que dará todo o apoio à família, bem como irá apurar o caso. De acordo com a Transalvador, o guincho já foi levado para o pátio onde uma perícia será realizada para verificar se houve falha técnica ou humana. O operador do guincho já foi afastado das funções. O órgão de trânsito ressaltou ainda que o guincho, bem como o operador, são de uma empresa terceirizada e afirma que o funcionário não é servidor da Prefeitura.
Chorando bastante, Miriam, torce para que tudo acabe logo e, muito abalada, disse não ter sido procurada ainda pela Prefeitura. “Não consigo nem falar. Vou ficar aqui ao lado da minha filha”, afirmou, sem confirmar se o neto – cujo tempo de gestação seria confirmado na próxima semana – resistiu á tragédia.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here