Bebê que estava desaparecido em tragédia de Brumadinho tem corpo identificado

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O desastre do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, que ocorreu em 25 de janeiro, confirmou mais uma vítima: Heitor Prates Máximo da Cunha, de apenas um ano e seis meses. O bebê teve seu corpo identificado pela Polícia Civil de Minas Gerais e, assim, integra o número de 186 mortos confirmados em uma das maiores tragédias registradas no país.

A mãe de Heitor, Paloma Prates da Cunha, de apenas 22 anos, conseguiu sobreviver ao ser resgatada por um funcionário da Vale. A jovem, que mal conseguia se mexer, teve que se segurar em uma corda e ignorar as dores e machucados (ela teve seu nariz e osso esterno do peito quebrados) para conseguir se salvar.

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Paloma ficou internada por quatro dias e ainda se recupera dos ferimentos. Alguns dias após o acontecido, a auxiliar de cozinha deu uma entrevista à apresentadora Ana Maria Braga, na qual demonstrava ter esperanças de encontrar seu filho – além de sua irmã, Pâmela Prates da Cunha, que também estava desaparecida. Infelizmente, nenhum dos dois conseguiu sobreviver.

Em entrevista ao MG1, a jovem disse que às vezes pensa que é tudo um sonho e que, quando chegar em casa, vai encontrar sua família. Mas logo é trazida de volta à realidade: “Eu não vou mais escutar o meu filho me chamando de mãe”.

Além de Heitor e Pâmela, Robson Máximo Gonçalves, pai da criança, também morreu na tragédia. Todos já tiveram seus corpos enterrados.

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