Boas relações internas nas organizações transmitem credibilidade aos clientes e geram bons resultados

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As boas relações internas dentro das organizações resultam em maior eficácia e produtividade do trabalho. ParaAntônio Amorim, professor de cursos de Pós-Graduação em MBA da Faculdade Ruy Barbosa, economista pós-graduado em Administração Financeira e Psicologia Organizacional, no trabalho em equipe não basta apenas gostar do que se faz. “É fundamental que a auto-estima seja consistente e que o funcionário goste da pessoa que é quando está com o outro, naquele ambiente”, afirma.

Após passar dezesseis anos cuidando das finanças de empresas e oito anos cuidando da gestão de pessoas, nos últimos onze anos, Amorim atuou como Consultor Organizacional e pôde estudar e frequentar as relações internas das organizações, que, metaforicamente, ele compara às cozinhas dos restaurantes. “Os bons restaurantes costumam convidar os seus clientes a visitarem as suas cozinhas ou as deixam expostas ao público, atitude que passa credibilidade e confiança. Numa metáfora da cozinha dos restaurantes com a “cozinha” das organizações, existe uma pergunta que não quer calar: Quantas organizações podem, de fato, convidar os seus clientes a conhecerem as suas “cozinhas”?”, indaga Antônio Amorim.

O Professor e Consultor considera que “comportamento organizacional” é um neologismo. Para ele comportamento é sempre humano e as suas necessidades, são de inclusão, controle, e abertura. Esses comportamentos, por sua vez, geram sentimentos correlatos de importância, competência e bem-querer. E os medos presentes quando essa equação não é boa são de ser ignorado, humilhado e rejeitado, como nos mostra o Psicólogo Will Schutz em sua obra “The Human Element” “Esses são ingredientes usados na receita das relações humanas. Uma boa ”cozinha” deve estar aberta a que os seus clientes vejam como se dá essa composição e, com certeza, ele estará comprando o resultado de tudo isso”, conclui Amorim. O modo como são tratados os funcionários, o clima do ambiente de trabalho e as relações internas vão resultar no lucro, que deve ser visto como subproduto e conseqüência dessas relações.

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