Emissão de bitcoins cai pela metade pela 2ª vez na história da moeda

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O bitcoin vai passar por uma mudança neste sábado (9) que, mesmo profunda, foi programada há tanto tempo que é capaz de fazer inveja ao cronograma de qualquer Banco Central mundo afora: a emissão de novas unidades da moeda digital vai cair à metade. O detalhe é que a medida está prevista há sete anos.

Cotado a US$ 652 a unidade na última sexta-feira (8), o bitcoin já movimenta um mercado de US$ 10,2 bilhões.

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Sem bancos como intermediários e não regulamentada por autoridades financeiras, a moeda só existe no ambiente virtual. A forma como ela funciona está em linhas de código de computador e não sobre o controle de algum órgão monetário estatal. Os valores são transferidos entre “carteiras”, que existem nos computadores dos usuários.

Transações públicas
Todas as transações com bitcoin são registradas em um sistema aberto ao público –é possível até conferir quem mandou que quantia para quem, desde que você saiba o código da carteira dos dois. Essas operações são reunidas em blocos, depois incorporadas a uma corrente –é essa sequência de transferências que pode ser acessada.

Só que essas engrenagens não funcionam sem os chamados “mineradores”, máquinas com grande poder computacional. São elas quem solucionam as operações criptográficas necessárias para quem uma transferência seja registrada.

bitcoin

Recompensa menor
O esforço delas em garantir o vai e vém de bitcoins é remunerado com uma emissão de novas moedas todas as vezes que um novo bloco é incorporado à corrente. É essa “recompensa” que passa a ser menor –antes, em 25 bitcoins, o valor de cada nova liberação, passa a ser de 12,5 bitcoins.

Transações públicas
Todas as transações com bitcoin são registradas em um sistema aberto ao público –é possível até conferir quem mandou que quantia para quem, desde que você saiba o código da carteira dos dois. Essas operações são reunidas em blocos, depois incorporadas a uma corrente –é essa sequência de transferências que pode ser acessada.

Só que essas engrenagens não funcionam sem os chamados “mineradores”, máquinas com grande poder computacional. São elas quem solucionam as operações criptográficas necessárias para quem uma transferência seja registrada.

Recompensa menor
O esforço delas em garantir o vai e vém de bitcoins é remunerado com uma emissão de novas moedas todas as vezes que um novo bloco é incorporado à corrente. É essa “recompensa” que passa a ser menor –antes, em 25 bitcoins, o valor de cada nova liberação, passa a ser de 12,5 bitcoins.

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