Governo Federal anuncia mais de 1 bilhão de reais para retomada do Minha Casa Minha Vida em 2019; veja novas regras divulgadas pela Caixa

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O atraso na entrega de obras do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida foi tema de questionamento pelos senadores ao ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.

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Em audiência na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), o ministro adiantou que está em análise um pedido de adiantamento de verbas no valor de R$ 1,35 bilhão para subsidiar o programa.

Novos requisitos do Minha Casa Minha Vida

Agora, para garantir o subsídio máximo, de R$ 47.500, na compra da casa própria, a renda familiar mensal tem que ser de até R$ 1.200, e não mais de R$ 1.600.

Para famílias que recebem R$ 1.600 mensais, o subsídio governamental sobre o valor do imóvel cai para, no máximo, R$ 29 mil. Os dois casos se enquadram na faixa 1,5 do “Minha casa, minha vida”.

Faixas de renda do “Minha casa, minha vida”

Faixa 1: renda mensal familiar de até R$ 1.800 (financiamento de até 120 meses, com prestações mensais que variam de R$ 80 a R$ 270, conforme a renda bruta familiar).

Faixa 1,5: renda mensal familiar de R$ 1.800 até R$ 2.600 (a família conseguirá financiar um imóvel novo com taxas de juros de apenas 5% ao ano e até 30 anos para quitar o financiamento).

Faixa 2: renda mensal familiar de R$ 2.600 até R$ 4 mil (nesta faixa o interessado também tem até 30 anos para pagar, com taxa de juros de 5,5% a 7% ao ano, dependendo da renda, da localização do imóvel e se houve contribuição ao FGTS).

Faixa 3: renda mensal familiar de até R$ 7 mil (nesta faixa o interessado também tem até 30 anos para pagar, comprando imóvel novo ou na planta, com taxas de juros de 8,16% a 9,16% ao ano, dependendo da renda, da localização do imóvel e se houve contribuição ao FGTS).

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