Manifestações contra e a favor do impeachment acontecem pelo país

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Manifestantes contra e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) fazem atos neste sábado (16) pelo país. Protestos ocorreram em BA, PB, PE, RJ e MS.

O processo de impeachment é discutido desde a manhã de sexta-feira (15) no plenário da Câmara dos Deputados.

BAHIA
Contra: um grupo de manifestantes ligados ao Movimento Sem Terra (MST) bloqueava a BR-324, na altura do km 603, sentido Salvador, por volta das 9h deste sábado (16). Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), cerca de 400 manifestantes, em 12 ônibus, estavam na pista e impediam a passagem de outros veículos. Ainda de acordo com a PRF, os manifestantes fazem ato em apoio à presidente Dilma Rousseff.

Em Itaberaba, na manhã de ontem, diversas pessoas se reuniram em ruas do centro da cidade para protestar contra o Golpe.
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MATO GROSSO DO SUL
A favor: Cerca de 60 pessoas, segundo o movimento Reaja Brasil, participam de ato na manhã deste sábado (16), na área central de Campo Grande. Eles colocaram adesivos em veículos e entregaram bandeiras a motoristas. De acordo com a empresária Maria Tereza, de 57 anos, a intenção é pressionar parlamentares a votar a favor do impeachment.
Em Três Lagoas, a 313 quilômetros de Campo Grande, cerca de 200 pessoas, segundo a organização do movimento Vem pra Rua Três Lagoas, fizeram ato a favor do impeachment.

MINAS GERAIS
A favor: Um grupo a favor do impeachment fez uma carreata na manhã deste sábado (16) na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. As pessoas se reuniram na Praça do Papa, no bairro Mangabeiras. Os organizadores esperavam que cerca de 300 carros participassem do movimento, que eles consideram uma preparação para a votação do impeachment.
De acordo com a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), a carreata se deslocou da Praça da Papa para a Praça da Liberdade, com previsão de percurso pelas avenidas Afonso Pena, Bandeirantes e Uruguai. A Polícia Militar acompanhou o protesto, mas não fez estimativa de participantes.

PARAÍBA
Contra: Em Campina Grande, no Agreste da Paraíba, integrantes do MST se concentraram em frente ao Estádio Ernani Sátiro, o Amigão, para sair, por volta das 10h30, em caminhada para João Pessoa em ato contra o impeachment. A organização estima a participação em 650 pessoas em Campina Grande, mas espera a adesão de outros integrantes do movimento no decorrer da caminhada. A Polícia Militar está acompanhando o ato, mas ainda não divulgou estimativa de público.

A previsão é que a caminhada dure até o dia 26 de abril, percorrendo cerca de 130 km em 10 dias. Uma das coordenadoras do MST na Paraíba, Dilei Aparecida, disse que não foi feito nenhum pedido formal de escolta para Polícia Militar ou Polícia Rodoviária Federal (PRF), mas que haverá equipes para sinalizar a marcha. Eles não farão interdição e devem ocupar apenas uma das faixas nas rodovias.

Em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, o ato foi uma carreata. Os manifestantes contra o impeachment saíram do campus de Cajazeiras da Universidade Federal de Campina Grande (UFPB) por volta das 9h20 e seguiram para a Praça Das Oiticicas, onde chegaram às 11h. A organização estima a participação de 600 pessoas em 150 carros e 100 motos. A Polícia Militar informou que não foi até o protesto e não tem estimativa de público.

PERNAMBUCO
Contra: Um grupo de manifestantes esteve reunido na manhã desde sábado (16), na Zona Central de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, para protestar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff e a favor da democracia. O movimento foi organizado pela ‘Frente Brasil Popular’. Os ativistas estavam com cartazes, faixas e distribuíram exemplares de um jornal. De acordo com a organização, cerca de 15 pessoas participaram do ato. A Polícia Militar não esteve no local.

RIO DE JANEIRO
A favor: Em Volta Redonda, no interior do Rio de Janeiro, uma carreata convocou manifestantes para o protesto deste domingo, a favor do impeachment. A organização informou que o movimento reuniu 80 veículos, identificados com a bandeira do Brasil. A Guarda Municipal e a PM não contabilizaram quantos carros estavam no protesto.

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