Mulher é presa envolvida em esquema de compra fraudulenta de celular na internet

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Um esquema de compra fraudulenta de celulares e produtos eletroeletrônicos, por meio de um site na Internet, foi descoberto, na manhã desta segunda-feira (11), por policiais do Grupo Especializado de Repressão a Crimes por Meios Eletrônicos (GME), que prenderam em flagrante Isabel Borges dos Santos, de 24 anos, no prédio anexo à sede dos Correios, na Pituba. Os investigadores surpreenderam a estelionatária retirando da agência um smartphone, mediante a apresentação de documentos falsos.

As investigações conduzidas pelo coordenador do GME, delegado Charles Leão, buscam identificar e prender outros integrantes da quadrilha, cujos nomes ela se negou a informar. No depoimento, Isabel afirmou receber R$ 50, por cada celular retirado da agência dos Correios, e ter ganhado, também, um smartphone da quadrilha, para manter contato com os comparsas. As compras no site são efetuadas através de cartões de crédito de terceiros.

GME - Isabel - 11_08_2014Isabel informou, ainda, ao delegado, que os produtos são adquiridos por um comparsa, que efetua a compra. Outro homem, segundo ela, lhe entrega a documentação e a autorização falsas, a serem apresentadas na agência dos Correios. Um terceiro envolvido no esquema recebe as encomendas, entregues por ela em locais previamente combinados, geralmente na região do bairro Tancredo Neves e adjacências.

Ao ser presa, em flagrante, a golpista estava com o smarthpone, dentro de um envelope, além de um classificador azul, contendo duas autorizações para retirar encomendas nos Correios, e a cópia de um documento pessoal, todos em nomes de terceiros. Uma das vítimas identificadas pela equipe do GME, de prenome Paschoal, informou residir em São Paulo, não ter adquirido nenhum celular pela Internet, não autorizar ninguém a fazer compras em seu nome, afirmando ainda desconhecer Isabel Borges dos Santos.

O delegado Charles Leão autuou Isabel em flagrante, por falsidade ideológica e estelionato, e a encaminhará ao sistema prisional. As investigações prosseguem, buscando averiguar ramificações da quadrilha em outros estados. Conforme nota da Ascom da Polícia Civil.

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