Criança executada em tragédia na Praia do Forte não era filha do assassino

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O delegado titular da Delegacia de Proteção Ambiental (DPA) de Praia do Forte, Aldaci Ferreira, afirmou na manhã deste sábado (10) que a criança assassinada na noite desta sexta-feira (9), não era filha do assassino, o vigilante Joselito Silva da Encarnação, 36 anos, conhecido por “Piti”.

Manuela Lemos, de apenas 4 anos, foi executada juntamente com sua mãe, Elaine Brito Lemos, de 36 anos, dentro de casa, localizada na avenida ACM, em Praia do Forte. O assassino ainda matou o jovem Edmilson dos Santos Souza Fillho, de 26 anos, que era ajudante de Elaine na venda de acarajé, e depois se matou.

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Ainda de acordo com o delegado, que falou para o site Bocão News, o crime teve motivação passional e que o casal que morava no bairro de Brotas, em Salvador, já registrava diversas ocorrências de ameaças e brigas. Segundo Ferreira, o jovem Edmilson, que também foi morto, já era ajudante de Elaine na capital baiana e há pouco tempo, foi para Praia do Forte junto com a vendedora. O delegado ressalta que no conhecimento da polícia, a relação entre os dois era apenas profissional.

O Mais Região apurou que Elaine estava tentando abrir um espaço na Vila para vender acarajé. Ela teria procurador um vereador da cidade para conseguir um ponto em via pública.

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