Caso New Hit entra em fase final e sentença pode sair nos próximos dias

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Após quase três anos, o caso New Hit pode estar chegando ao fim. O processo que acusa os integrantes do ex-grupo de pagode de estuprarem duas adolescentes na cidade de Ruy Barbosa (BA), em agosto de 2012, foi concluso para sentença e agora aguarda a decisão da juíza Márcia Simões.
A informação foi divulgada por Márcia Teixeira, coordenadora do Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher (Gedem), órgão ligado ao Ministério Público da Bahia, em seu perfil do Facebook. Na postagem, Márcia publica uma foto da certidão que comprova que o processo foi concluso para setença.


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“Noticia : Ação Penal Banda Newhits concluso para sentença. O que isso significa? O processo se encontra com a Juíza para prolatar a sentença. Prazo 10 dias art. 403, parágrafo terceiro do Codigo Processo Penal”, escreveu na legenda da imagem explicando a postagem.

O advogado de defesa dos integrantes da extinta New Hit, Rogério Matos,  confirmou a possível finalização do cargo, mas negou que haja prazo para conclusão. “A juíza não tem prazo. Agora resta aguardar”, disse.
Questionado sobre o que espera da decisão, Matos se mostrou esperançoso. “Não podemos dizer muita coisa, mas acreditamos em um resultado positivo”, projetou.
Recentemente, a deputada estadual Luiza Maia (PT) chegou a criticar a demora na resolução do processo. Segundo a deputada, existe uma movimentação na Assembleia Legislativa para que uma comissão feminina se desloque ao município para acompanhar o caso.
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O CASO 
25 de agosto de 2012. Esta foi a data que marcou a vida de duas jovens – uma de 15 e outra de 16 anos – e mudou o rumo da banda de pagode New Hit. O caso – que aconteceu na cidade de Ruy, localizada a cerca de 300 km da capital baiana – tomou conta da Bahia após dez integrantes do grupo serem acusados de estuprarem as meninas.
Guilherme Augusto Campos Silva, Alan Aragão Trigueiros, Edson Bonfim Berhends Santos, Eduardo Martins Daltro de Castro Sobrinho (o Dudu), Jefferson Pinto dos Santos, Jonh Ghendow de Souza Silva, Michel Melo de Almeida, Weslen Danilo Borges Lopes, William Ricardo de Farias e o policial militar Carlos Federico Santos de Aragão, que fazia a segurança da banda, são apontados como réus.

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