Desmentido por caseiro, ex-motorista diz que “estava doidão” ao acusar Bruno

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Depois de deixar o salão do júri nesta terça-feira (20), o ex-motorista do goleiro Bruno, Cleiton Gonçalves, disse que não tem informações sobre as denúncias contra o ex-patrão. “Não sei nada. Eu tava doidão”, disse, se referindo ao depoimento em que acusou Bruno. As informações são do Uol.

Acontece hoje o segundo dia do julgamento do caso Eliza Samudio. Em interrogatório na época da investigação policial, o ex-motorista disse que ouviu o jogador comentar no dia 6 de junho de 2010, após uma partida de futebol, que tinha dado “merda” com relação a Eliza, o que poderia significar que ela tenha sido morta.

No mesmo depoimento, ele disse que ouviu Sérgio Rosa Salles, primo do goleiro morto em agosto, que “Eliza já era”. Cleiton disse ainda que ouviu de Salles que os restos da vítima foram jogados para cães rotweiller comerem.

Ontem, Cleiton afirmou que prestou depoimento à delegada Alessandra Wilker em 2010 sob intensa pressão da polícia.

Em depoimento no júri hoje, no entanto, João Batista Guimarães, ex-caseiro do sítio de Bruno em Esmeraldas (MG), contradisse essa versão. Ele afirmou que o interrogatório aconteceu de maneira tranquila e disse que Cleiton não usava algemas. Batista acompanhou o depoimento de Cleiton à polícia.

“Foi muito tranquilo”, disse. “Ele (Cleiton) estava à vontade”, afirmou ainda a testemunha. Ele negou que Cleiton foi ameaçado pelos policiais durante o depoimento.

 
 

Nova data
Na manhã de hoje, Bruno destituiu dois advogados. Depois disso, a juíza desmembrou o julgamento da ex-mulher do atleta, Dayanne de Souza, e informou que a nova data será marcada juntamente com a do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.

Durante o impasse, Dayanne chorou muito e segundo a Folha Online deixou o plenário sem falar com os jornalistas, alegando que não estava com cabeça para dizer nada.

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