Agressor de Bolsonaro é indiciado pela PF por ‘atentado pessoal por inconformismo político’

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A Polícia Federal (PF) de Juiz de Fora (MG) indiciou o agressor do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, pelo crime de “atentado pessoal por inconformismo político” com base no artigo 20 da Lei de Segurança Nacional.

Por essa acusação, Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos, pode ser condenado a uma pena de 3 a 10 anos de prisão. A legislação prevê ainda que se a agressão resultar em lesão corporal grave, a pena pode ser até mesmo dobrada.

A PF pode indiciá-lo no início da investigação porque ele foi preso em flagrante, o que permitiu o indiciamento imediato.

“Devastar, saquear, extorquir, roubar, seqüestrar, manter em cárcere privado, incendiar, depredar, provocar explosão, praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas. Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.”

O atentado contra Bolsonaro ocorreu na tarde desta quinta-feira (6)durante uma caminhada que ele realizava com simpatizantes de sua campanha em uma das ruas do centro de Juiz de Fora, na zona da mata de Minas Gerais. O presidenciável levou uma facada na região abdominal enquanto era carregado nos ombros por um apoiador.

O suspeito do atentado foi preso pela Polícia Militar de Minas Gerais após a ataque. A Polícia Federal abriu inquérito no mesmo dia para investigar o caso. Oliveira disse que atentado contra Bolsonaro foi “a mando de Deus”, segundo boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil mineira.

Após ser submetido a uma cirurgia na Santa Casa de Juiz de Fora nesta quinta, Jair Bolsonaro foi transferido na manhã desta sexta (7) de avião para São Paulo e foi levado diretamente para o Hospital Albert Einstein, na Zona Sul da capital paulista.

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