Conversas de alunos do Vieira vazam e chocam pelo conteúdo: “Tortura essas putas”

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Circulam nas redes sociais prints da troca de mensagens de estudantes do Colégio Antônio Vieira, em um grupo de WhatsApp com conteúdo ofensivo a mulheres, índios e minorias.

Batizado por “Direita delirante”, o grupo reúne apoiadores do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que chegam a sugerir a criação de um “ministério da tortura”.

“…vai abrir o ministério da Tortura. Mais importante que o da Cultura”, diz um dos estudantes.

Em referência a mulheres do campo de esquerda e ativistas feministas, os participantes listam formas de agressão. “Coloca para trabalhar em uma mina de carvão até morrer”, escreve um deles.

“Tortura essas puta dando umas 5 facadas logo” [sic], outro acrescenta. De acordo com uma fonte do BNews, os ataques proferidos no grupo, que foi inicialmente denominado “Direita CAV”, são dirigidos em sua maioria a professores da unidade educacional.

Os ataques também falam em assassinato de índios. “Que tal mandar os bandidos pras reservas indígenas? Aí eles se matam e matam os índios também”.

OUTRO LADO – Em repúdio às mensagens, o colégio emitiu nota oficial afirmando que apura o caso e que tomará “todas as medidas cabíveis diante dessa situação lamentável”.

Veja nota:

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