Greve da PM: Quem pagará a conta?

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O Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado da Bahia (Sindilojas) estima que desde o início da greve de policiais militares, na terça-feira passada, os prejuízos dos comerciantes já somem R$ 234 milhões e, por isso, uma assessoria jurídica já está sendo preparada para que os lojistas possam requerer indenizações do Estado.
O Sindilojas informou que disponibiliza suporte jurídico para quem quiser processar o Estado. Os comerciantes que tenham sofrido prejuízos nas estruturas onde atuam ou tenham tido produtos saqueados devem fazer um Boletim de Ocorrência detalhando todos os itens danificados ou perdidos.
Também podem mover ações conhecidas como de lucro cessante, que é quando há obstáculos para o funcionamento normal da atividade comercial. Três outras entidades baianas, entre elas a Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel), contrataram um escritório de advogados para mover ações coletivas indenizatórias contra o Estado.
“As ações serão movidas em grupo de dez empresas ou associações. Os interessados devem apenas apresentar ao advogado os últimos balancetes financeiros e o contrato social”, explica o advogado Candido Sá. A Abrasel avalia que os prejuízos para donos de bares e restaurantes correspondem a cerca de 25% do faturamento esperado para o período.
Arrombamento – Uma grande loja de eletrodomésticos foi arrombada na madrugada desta terça-feira (7) no bairro de Itapuã. Segundo informações da 15ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), a porta da loja foi arrombada, alguns eletrodomésticos foram levados e outros destruídos.
Ainda segundo a polícia, um veículo com carroceria, ainda não identificado, estacionou no local e foi usado para levar os produtos durante a fuga dos bandidos. O caso está sendo investigado pela 12ª Delegacia Territorial.

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