Iaçu: Promotora ameaçada pediu proteção policial, mas não deixou cidade, diz MP

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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) confirmou, nesta quarta-feira (21), que a promotora de Iaçu, no nordeste baiano, Dila Mara Freire Neves, acionou o Comitê Gestor de Segurança (CGS) do órgão para investigar supostas ameaças de morte que recebidas por telefone. O problema teria levado a representante da Justiça a se ausentar do município. Essa informação, no entanto, é negada pelo órgão. “Foi informado, mas não confirmado, que adolescentes que já haviam cometido atos infracionais queriam matar o delegado, a promotora e o carcereiro da cidade. Alguém, por meio de ligações anônimas, os teriam alertado”, afirmou a assessoria de comunicação do Ministério Público. Conforme a instituição, o Núcleo de Inteligência Criminal (NIC) e o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) investigaram o caso, mas não conseguiram confirmar se a denúncia procedia. “A promotora, então, foi ao Ministério Público de Salvador, com autorização do procurador-geral, para retornar com um policial do CGS, que dá proteção a membros do órgão e aos servidores que estão sob risco, à cidade”, continuou a assessoria. De acordo com o MP-BA, o problema teria sido sanado em audiência – com participação de Dila Mara – que decretou a internação provisória dos jovens suspeitos de prometer realizar os assassinatos. Contudo, após todo o imbróglio, a promotora não ficará muito tempo no município. Ela foi promovida para Jequié, no sudoeste do estado, e aguarda o ato oficial que a transferirá de cidade. As informações são do Bahia Notícias

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