Mãe é investigada após colocar a cabeça do filho em vaso sanitário

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A norte-americana Kaityn Wolf virou alvo de investigações policiais e ameaças de morte após ser filmada colocando a cabeça do filho caçula, de três anos, em um vaso sanitário. Segundo ela, o ato foi “uma piada”.

Nas imagens, a mulher, que é moradora da Flórida (Estados Unidos), aparece dando descarga perto da cabeça do menino enquanto ele grita, pede para que ela pare e parece rir em alguns momentos. Publicado no Facebook, no último sábado (1º), o vídeo teve mais de 422 mil visualizações e muitas críticas à atitude da mãe, que se defendeu.

“Foi só uma piada, uma brincadeira. Todo mundo está criticando, mas o rosto dele não ficou molhado. Não era um vaso sujo. Ele não estava sendo torturado de maneira alguma”, disse ela à emissora local Wesh.

Kaityn ainda explicou que a gravação foi feita pelo seu filho mais velho, de dez anos, e enviada a um antigo amigo com a legenda “esse é um novo jeito de disciplinar seus filhos” – que, ela garante, tratava-se de uma brincadeira. Esse amigo, então, encaminhou as imagens para a mulher que fez a publicação na rede social.

Autora da postagem que viralizou, a americana Misty Minnie Boo é ex do namorado de Kaityn e foi acusada de postar as imagens por simples vingança. Ela, no entanto, negou e defendeu-se dizendo que fez o post para ajudar. “Minha maior preocupação é que esta mulher convive com meus filhos quando eu não estou por perto e, depois de ver esse vídeo, eu deveria sentar, relaxar e pensar que eles estão ok? Não!”, explicou ela, acrescentando que acredita que talvez não devesse ter exposto a gravação nas redes sociais, mas justificando que queria repercutir para o caso: “Minha lógica é de que talvez eu conseguisse atrair atenção das autoridades”.

Arrependida, Kaityn diz que não sabia que o vídeo teria tanta repercussão e afirma que não pretende repetir a brincadeira: “Eu jamais faria isso de novo, pois não quero nunca mais passar por essa explosão de ódio”.

O caso está sendo investigado pela polícia de Leesburg e o Departamento de Proteção de Crianças da Flórida.

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