Trilha Ecoesportiva levou dezenas ao Parque São Bartolomeu

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Mães, pais, responsáveis e, claro, meninas e meninos atendidos pelo Projeto ELIT participaram no último domingo (28) da II Trilha Ecoesportiva do Projeto Esporte, Lazer e Inclusão que Transforma (Elit), promovida pelo Movimento Cultural Popular do Subúrbio (MCPS). Para quem ainda não tinha entrado no clima, com o frio que fazia no dia, a aula de aeroboxe, promovida pelos professores Jacó Santos e Rafael Santana, esquentou os ânimos e funcionou como um grande alongamento.

Apelidada carinhosamente de A Caminho de São Bartô, a Trilha revelou aos presentes os encantos de uma área remanescente de Mata Atlântica, enriquecida por valor histórico para os moradores e frequentadores do Parque. Com saudade, com pesar e/ou com alívio, todos tinham uma história para contar sobre as modificações realizadas no local ao longo dos anos. Um pensamento, no entanto, era unânime: é preciso preservar o espaço, suas cachoeiras e referências históricas, explicando sua importância. Para tanto, uma breve explanação sobre o Parque e sua contextualização nas lutas pela Independência da Bahia e do Brasil foi realizada durante um abraço simbólico na Praça de Oxum. O passeio terminou no Rio do Cobre, na antiga barragem, com direito a mergulho para refrescar a subida.

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Sobre o Elit – o Projeto Elit beneficia crianças, adolescentes e adultos do subúrbio ferroviário. As atividades acontecem diariamente nos equipamentos socioesportivos existentes no Parque São Bartolomeu. Ele integra o conjunto de estratégias do programa Pacto pela Vida, uma ação de Governo que tem por objetivo principal a promoção da paz social. Apenas pelo Elit são 1.400 disponibilizadas e, destas, cerca de 1100 já foram ocupadas. Além dele, outros projetos vêm sendo executados na capital e no interior, atendendo a pessoas de diversas faixas etárias, todas em situação de vulnerabilidade social.

Para implementar sua execução, a Sudesb conta com recursos próprios e também da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), além de aporte financeiro do Fundo de Combate à Pobreza (Funcep). Somados, os 20 projetos beneficiam a quase 20 mil pessoas, em um investimento de cerca de R$ 10 milhões. A durabilidade de cada convênio é de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período.

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