Fiscalização preventiva apreende quase mil animais silvestres em Itaberaba

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Cerca de mil animais silvestres foram apreendidos durante a primeira semana da 2ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) que está sendo realizada pelo Ministério Público estadual em conjunto com outros órgãos em doze municípios na Bacia do Rio Paraguaçu, na região de Itaberaba. Também foram apreendidas armas de fogo, motosserras, produtos de origem florestal e animal, e expedidas aproximadamente 100 notificações e autos de infração. A ação teve início no último dia 27 de julho e prossegue até a próxima sexta-feira, dia 7, quando será realizada audiência pública para apresentação final dos resultados da operação.

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31072015 - FPI Paraguau
Segundo o promotor de Justiça Thyego Matos, estão sendo fiscalizadas Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal (RL), propriedades rurais de exploração agrícola e pecuária, indústrias cerâmicas, revendas de agrotóxicos, entre outras. A ação abrange os municípios de Boa Vista do Tupim, Castro Alves, Iaçu, Ipirá, Itaberaba, Itaetê, Itatim, Marcionílio de Souza, Milagres, Rafael Jambeiro, Ruy Barbosa e Santa Terezinha.
31072015 - Raposa capa
Participam da FPI o MP da Bahia, Ministério Público do Trabalho, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia (CRMV-BA), Superintendência Regional do Trabalho e Emprego na Bahia (SRTE-BA), secretarias estaduais de Segurança Pública, da Saúde, da Agricultura e Vigilância Sanitária, do Meio Ambiente e da Fazenda e polícias Federal, Rodoviária Federal e Militar.

3 COMENTÁRIOS

  1. Que pais é esse minha gente, essa operação esta causando é muita indignação na população, ninguem está indo trabalhar nas pequenas plantações por q os proprietários por n terem como assinar suas carteiras de trabalho tiveram q dispensar suas mãos-de-obra.

  2. A ação é muito importante, mas é necessário que haja bom senso na operação, a zona rural deste municípios por onde passei está extremamente assustada, muitas pessoas com medo pois está havendo muitos relatos do uso de força excessiva,pessoas sendo agredida, lenhadores sendo surrados. Não se pode confundir extração de madeira para comércio com lenha para consumo na zona rural ou a venda do ovo de galinhas produzido em um galinheiro de 3 ou 4 animais com contrabando de carne animal, são pessoas buscando sobreviver de forma sustentável, não se pode cobrar apoio técnico a um agricultor de meia hectare de terra, uma vez que não existe contribuição do governo para isso. Mas vejo de ótimo grado os diversos plantios não legais de abacaxi, com uso de agrotóxico irregulares e desmatamento excessivo. Constatei que a população nunca teve segurança na zona rural mas tem fiscais invadindo casas de pessoas em busca de armas. Percebi que um número muito grande de pessoas que criavam algum animal de origem silvestre que muitas vezes adotou por hábito vindo de costumes indígenas soltaram animais no mato com medo e estes irão morrer em sua grande maioria pois nunca viveram na natureza.

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