Colégio em Irecê promove debates sobre arte, cultura e diversidade

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A comunidade escolar do Colégio Estadual Luiz Viana Filho, em Irecê, no Centro Norte do Estado, realizou, nesta terça-feira (26), oficinas, palestras e rodas de conversas sobre arte, cultura e diversidade. A atividade contou com a participação das famílias e da comunidade do entorno do colégio e teve como objetivo preparar os estudantes para a realização do projeto #GrafitaÊ, quando irão fazer intervenções de grafite na escola abordando temas que fazem parte do cotidiano das pessoas.

A diretora Marli Miranda fala sobre a importância da iniciativa. “Abrimos as portas do colégio para todos e a comunidade abraçou a ideia. Tivemos estudantes realizando ensaio fotográfico, rodas de conversas com temas sobre a linguagem do grafite, desigualdades sociais no Brasil de hoje e de sempre, bioma Caatinga no Território de Irecê e Intolerância religiosa, além de relatos de experiências de lideranças e o protagonismo juvenil. A partir dessas conversas, vamos para o segundo momento que é dar um novo visual às paredes da unidade por meio do projeto #GrafitaÊ”, destaca.

A estudante Beatriz Rocha, do 3º ano do Ensino Médio, participou da oficina de fotografia e conta que busca, com o ensaio fotográfico, mostrar a diversidade que existe na escola. “Estamos fazendo um ensaio fotográfico para mostrar a diversidade presente na nossa escola. Aqui estudam negros, brancos, descendentes de índios, os que se consideram mestiços e todos merecem ser respeitados. Nosso objetivo é alcançar todos os públicos e estamos conseguindo. A interação está muito boa. Acho que estamos dentro da proposta do GrafitaÊ”, declara.

O colega Thiago Luan Alves, do 2º ano, participou da oficina de música e aprovou a iniciativa da escola de estimular os estudantes a exprimirem conhecimentos e sentimentos através da arte. “A escola está de parabéns pela qualidade das oficinas que temos hoje, com uma disseminação de conhecimento da cultura muito forte. Precisamos sair um pouco da sala de aula, ter contato e conversar com outras pessoas sobre assuntos que não vemos no cotidiano. Também gostei da proposta de trazer a comunidade para a escola. Eu creio que este tipo de ação tem que ser compartilhada com todos. É muito positivo”, parabeniza.

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