Férias com uso intenso das redes Wi-Fi públicas facilitam os ataques dos criminosos cibernéticos

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A G Data, fornecedora de soluções antivírus, representada no Brasil pela FirstSecurity, constatou que mais de 80% dos turistas em férias se mantém conectados à Internet por meio de redes de Wi-Fi, sejam públicas ou em hotéis e estabelecimentos de entretenimento e restaurantes durante as viagens. Isso eleva o risco de ataques cibernéticos, facilitados por redes com baixa proteção contra as ameaças virtuais.

Segundo os especialistas da G Data, estas redes Wi-Fi gratuitas podem não ter a proteção necessária contra possíveis invasões e o tráfego de dados é facilmente interceptado pelos criminosos cibernéticos. Soma-se a esta situação, o fato de boa parte dos aparelhos não possuírem a segurança antivírus necessária. Além disso, 21% dos turistas regularmente usa computadores públicos em cybercafés no destino de férias, nem sempre, também, equipados com a segurança necessária, principalmente quando se pretende acessar a serviços bancários online, por exemplo.

“Os hotspots de Wi-Fi em aeroportos e hotéis se tornam alvos dos ataques cibernéticos nas férias, já que raramente são devidamente protegidos e os criminosos podem facilmente interceptar o tráfego de dados, as senhas de cartões de crédito e outras informações pessoais”, comenta Tim Berghoff, especialista em cyber segurança da G Data. “Por esta razão, os turistas devem evitar, sem dúvida, fazer compras e operações bancárias online através de redes Wi-Fi públicas. Além disso, fotos das férias não devem ser publicadas imediatamente nas redes sociais, como o Facebook. Uma imagem inocente pode se tornar uma informação valiosa para os ladrões”, alerta o especialista.

Além das dicas regularmente citadas pela G Data, Berghoff sugere que os smartphones possuam proteção contra perda ou roubo. No caso de alguma ocorrência deste tipo, uma aplicação de segurança para esta finalidade pode bloquear o aparelho ou apagar as informações pessoais. “As soluções antivírus para dispositivos móveis mais avançadas possuem este recurso”, destaca o especialista. “Também não se pode esquecer de manter o iOS, o Android e os aplicativos sempre atualizados e também de desabilitar o Bluetooth e o GPS”, acrescenta.

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