Prefeitos recém-empossados têm discursos parecidos: diminuir gastos

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Nas maiores cidades do Brasil, o primeiro dia de trabalho dos prefeitos recém-empossados teve discursos muito parecidos: é hora de diminuir gastos para equilibrar as contas municipais.

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Em Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, do PSDB, disse que vai extinguir secretarias e cargos comissionados, suspendeu o pagamento de fornecedores por 90 dias e avisou que pode atrasar os salários de servidores.

Em São Paulo, João Doria, do PSDB, se vestiu de gari numa operação de limpeza das ruas. Depois, anunciou o corte de 30% dos cargos comissionados e redução de 15% nos valores de todos os contratos – fora os de saúde, educação e transporte.

No Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, do PRB, foi doar sangue. Ele reduziu o número de secretarias de 24 para 12 e deu uma ordem aos subordinados: é proibido gastar.

Em Belo Horizonte, Alexandre Kalil, do PHS, anunciou o fechamento de 2,3 mil cargos comissionados e prometeu extinguir nove secretarias.

No Recife, Geraldo Júlio, do PSB, começou o segundo mandato com uma redução das secretarias de 24 para 15, mas prometeu não afetar os serviços à população.

Em Salvador, ACM Neto, do DEM, bloqueou R$ 420 milhões do orçamento e disse que só vai liberar despesas se tiver arrecadação.

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