TCE considera ilegal contrato de reforma e exploração da Fonte Nova

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O contrato de reconstrução e administração da Arena Fonte Nova foi julgado ilegal pelo Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA). Em votação realizada na noite desta terça-feira (12), três conselheiros votaram pela ilegalidade da Parceria Público-Privada (PPP), dois consideraram o acordo legal e houve ainda um voto pela nulidade. O ex-secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, professor Nilton Vasconcelos, o deputado estadual Bobô e o secretário de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, foram multados em até R$ 10 mil, segundo a assessoria do TCE. O Tribunal ainda deu prazo de 120 dias para o consórcio formado pela OAS/Odebrecht, a Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) e a Agência de Fomento do Estado da Bahia S.A. (Desenbahia) enviarem ao TCE estudo de readequação econômica e financeira.

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