Trump renova programa de vigilância da NSA

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renovou nesta sexta-feira (19) o projeto de lei que permite a NSA (Agência de Segurança Nacional) coletar informações de estrangeiros e um número não conhecido de cidadãos estadunidenses. A medida já havia sido aprovada pelo Congresso e aguardava a sanção presidencial.

Trump afirmou que sempre fará a “coisa certa para nosso país” e que colocará a “segurança” do povo americano em “primeiro lugar”.

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A lei permite que as agências de inteligência dos EUA vasculhem vastas quantias da comunicação na internet que não envolva cidadãos dos EUA por meio de companhias como Facebook e Google — sem mandato judicial.

Um dos pontos mais polêmicos do programa de vigilância é que quando um cidadão dos EUA entra em comunicação com alguém de outro lugar do mundo, este diálogo pode ser obtido sem um mandato pela NSA ou o FBI.

A Casa Branca, as agências de inteligência dos EUA e as lideranças republicanas no Congresso afirmam que a medida é essencial para a “segurança nacional” e a proteção dos aliados de Washington.
Já os contrários à iniciativa dizem que a medida permite ao Governo dos EUA coletar dados de seus cidadãos de uma maneira que representa um desrespeito à Constituição.

Edward Snowden, ex-funcionário da NSA e responsável por vazar milhares de documentos da agência, afirmou no Twitter que a medida significa que toda a comunicação não criptografada que passará pelos EUA nos próximos 6 anos, prazo do projeto de lei, será coletada e analisada por Washington

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