Visitação a lotes do 3º leilão do Estado começa nesta segunda-feira

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A visitação aos 216 lotes que integram o terceiro leilão de bens móveis do Estado, promovido pela Secretaria da Administração (Saeb), começa nesta segunda-feira (19). Estão disponíveis para alienação móveis, materiais de informática e de oficina, equipamentos eletrônicos e hospitalares, veículos, sucatas e peças automotivas. Os itens poderão ser conferidos até o dia 22, das 9h às 17h, nos 17 locais de visitação, distribuídos por Salvador e cidades do interior baiano. A expectativa de arrecadação para este leilão é de R$ 774,6 mil.

O maior número de lotes alienáveis é de veículos, com o total de 144 unidades, sendo 115 delas abrigadas em Salvador, no Almoxarifado Central do Estado – situado na Rua Carlos Brandão da Silva, no bairro da Mata Escura. Além da capital, recebem locais de visitação as cidades de Itaberaba, Jequié, Brumado, Vitória da Conquista, Itapetinga, Santo Amaro, Santo Antonio de Jesus, Cipó, Casa Nova, Senhor do Bonfim, Jacobina, Morro do Chapéu, Camaçari, Barreiras e Irecê.

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Os endereços dos locais de visitação podem ser consultados no Comprasnet.ba, o portal de compras do Estado, no site da empresa leiloeira ou ainda pelos telefones (71) 3115-3191 / 3117-8614. O lote mais caro é um caminhão Mercedes-Benz L 1418 E, abrigado no Almoxarifado Central e avaliado inicialmente em R$ 13,6 mil. Já o lote mais barato, no valor de R$ 300, inclui diferentes tipos de móveis e pode ser conferido na cidade de Itaberaba.

Qualificação do gasto público

Realizados pela Saeb, os leilões do Estado integram as ações para a qualificação do gasto público com o objetivo de combater o desperdício na máquina pública, investindo os valores economizados no reaparelhamento da estrutura administrativa. A receita obtida com a venda dos bens irá para a conta única do Tesouro Estadual.

Cabe à Saeb alienar os bens desativados do Estado, conforme artigo 7º do Decreto nº 9.461 de 20 de junho de 2005 – embora unidades da administração indireta também possam realizar leilões. Os bens são considerados inservíveis quando o custo de manutenção é mais caro para o Estado do que investir na compra de um novo bem.

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