Ladrões clonam contas no WhatsApp e pedem dinheiro

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Denúncias dão conta que criminosos que estão clonando números telefônicos e utilizando o WhatsApp para exigir transferência em dinheiro. No caso, vítimas recebem mensagens de contas conhecidas no aplicativo — como de amigos e familiares —, pedindo um depósito no valor do limite diário de transferência. Este modus operandi já havia sido realizado por criminosos em fevereiro de 2017, contudo, as imagens mostram que o golpe voltou a ser praticado.

Para realizar este tipo de golpe não é fácil, e o Fantástico já havia explicado com detalhes como ele acontece. Primeiro, é necessário que algum funcionário de operadora desligue um smartphone alvo. Então, o número do cartão SIM é habilitado no celular do criminoso, que prossegue o golpe ao instalar o WhatsApp e exigir a transferência em dinheiro dos contatos mais próximos.

No começo do ano, as agências bancárias que receberam o dinheiro transferido pelas vítimas se encontram na capital do estado do Maranhã. Dessa vez, a história é a mesma: as contas que receberam dinheiro e foram enviadas para duas cidades distintas no Maranhão — e as vítimas se encontravam na cidade de São Paulo (SP).

De acordo com a informação recebida, este golpe foi realizado na tarde desta quarta-feira (07) e atingiu entre quatro e cinco amigos e familiares do número clonado no WhatsApp. Três depósitos acabaram sendo realizados na conta dos cibercriminosos, nos valores de R$ 900, R$ 1,2 mil e R$ 1,6 mil.

Antes de realizar qualquer depósito após um pedido via aplicativo, ligue para a pessoa que fez o pedido para confirmar

As vítimas entraram em contato com os respectivos bancos, que não foram revelados. Como respostas, os bancos responderam que não irão devolver o valor perdido porque ele “já havia sido sacado”, de acordo com as fontes.

As agências bancárias das contas utilizadas pelos criminosos, neste golpe em específico, sem encontram na Avenida Pedro Segundo, 78, São Luis (MA) e Praça das Luzes, Mirinzal (MA), como você pode ver nas imagens.

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