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Familiares de pessoas desaparecidas poderão fazer coleta gratuita de DNA em Itaberaba

Familiares de pessoas desaparecidas poderão realizar gratuitamente a coleta de material genético em Itaberaba entre os dias 24 e 28 de agosto. A iniciativa faz parte da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, realizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com os estados.

Em Itaberaba, a coleta será realizada na Coordenação Regional de Polícia Técnica, localizada na Rua Herculano Vieira Torres, s/n, região do Caetitu/Batalhão.

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O objetivo da campanha é ampliar o banco de perfis genéticos utilizado na busca e identificação de pessoas desaparecidas em todo o país.

O DNA fornecido pelos familiares pode ser comparado com perfis genéticos de pessoas encontradas vivas sem identificação e também de corpos ainda não identificados. O cruzamento das informações pode ajudar a solucionar casos ocorridos inclusive em outros estados.

Quem pode fornecer o DNA?

A campanha prioriza a coleta de amostras de familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida, como pai, mãe, filhos e irmãos.

Para participar, o familiar deve apresentar documento de identificação e informações relacionadas ao boletim de ocorrência do desaparecimento, como número do registro, estado onde foi realizado e delegacia responsável.

A coleta é gratuita.

Onde será realizada a coleta em Itaberaba?

Os interessados podem procurar a Coordenação Regional de Polícia Técnica de Itaberaba, na Rua Herculano Vieira Torres, s/n, Caetitu/Batalhão.

Os números de telefone disponibilizados para contato com a unidade são (75) 3251-1905, (75) 3251-8508, (75) 3251-8500 e (75) 3251-8666.

A mobilização acontece entre segunda-feira (24) e sexta-feira (28).

Campanha terá mais de 300 pontos pelo Brasil

A mobilização nacional contará com 334 pontos de coleta distribuídos pelo país, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Os perfis obtidos durante a campanha poderão ser inseridos nos bancos que integram a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, permitindo comparações em âmbito nacional.

A iniciativa é especialmente importante em casos antigos de desaparecimento, já que o material genético de familiares pode permanecer disponível para futuros cruzamentos e ajudar na identificação mesmo depois de anos.

A coleta de DNA não substitui o registro do desaparecimento na polícia. Quem possui um familiar desaparecido deve manter as informações do caso atualizadas junto às autoridades responsáveis pela investigação.

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