Operação Itaberaba mira rede de exploração ilegal de diamantes em Rondônia e Mato Grosso

AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0426

A Polícia Federal do Brasil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23), a Operação Itaberaba com o objetivo de desarticular uma rede suspeita de atuar na extração e comercialização ilegal de diamantes.

Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Ji-Paraná.

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Operação Itaberaba mira rede de exploração ilegal de diamantes em Rondônia e Mato Grosso
Operação Itaberaba mira rede de exploração ilegal de diamantes em Rondônia e Mato Grosso

Mandados cumpridos em quatro cidades

As ordens judiciais foram executadas nos municípios de:

  • Rolim de Moura
  • Cacoal
  • Ji-Paraná
  • Cuiabá

Investigação começou após flagrante com diamantes

Segundo a PF, as investigações tiveram início após a prisão em flagrante de dois suspeitos em Cacoal, que estavam com 25 pedras de diamante.

A análise forense dos celulares apreendidos revelou a existência de uma estrutura organizada voltada à comercialização irregular de pedras preciosas.

Origem ilegal em terras indígenas

As apurações indicam que os diamantes teriam origem em lavras realizadas ilegalmente em terras indígenas, sem autorização legal ou licença ambiental, configurando exploração de recursos minerais pertencentes à União.

Estrutura criminosa atuava em várias etapas

As medidas judiciais atingem pessoas físicas e jurídicas suspeitas de integrar o esquema, que envolveria:

  • Extração ilegal
  • Intermediação
  • Comercialização dos minerais

Os investigados poderão responder, conforme o grau de participação, por crimes como usurpação de bem mineral, extração ilegal de recursos minerais e receptação qualificada.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e dimensionar os danos causados pela atividade ilegal.